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domingo, 23 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
CONHECENDO NOSSA ESCOLA.... PPP/ IDEOLOGIA
LOCALIZAÇÃO FÍSICA E SITUACIONAL DA ESCOLA
LOCALIZAÇÃO
A Escola Básica Municipal OLGA RUTZEN está localizada na Rua Frederico Jensen, nº 1039, bairro Itoupavazinha na cidade de Blumenau – SC. Atende aproximadamente 304 alunos da EDUCAÇÃO BÁSICA e está vinculada a Secretaria Municipal de Educação de Blumenau.
Insere-se no interior da área industrial do bairro Itoupavazinha. O mesmo possui a extensão de 10,5 Km, e fica aproximadamente 11 Km do centro da cidade de Blumenau, isto nos dá indicação de que é uma área da periferia urbana, localizada na região norte.
A área da escola, com uma superfície de 5.752,52 m2 confronta-se ao sul com a referida rua, ao norte com o córrego Itoupavazinha, a oeste com um servidão e a leste com uma residência particular.
Sua construção iniciou em 1999 e o término se deu no ano 2000 para atender a comunidade da Rua Jardim Germânico e proximidades, uma vez que frequentavam a E.B.M. Pedro I e a E.B.M. Felipe Schmidt em que se encontrava com um número excessivo de alunos, bem como, para evitar a passagem dos educandos pela rodovia Guilherme Jensen, que apresentava já um intenso movimento de trânsito, tornando-se perigosa e para que não atravessassem por “picadas”. O intuito principal foi de proporcionar a comunidade mais comodidade e praticidade no acesso dos educandos da região ao ambiente de estudo. Através do Orçamento Participativo, destinaram-se então verbas para a construção da escola.
Lei de Criação, nº 5539-01
Parecer COMED 107/02
CNPJ- 05.055.138/0001-01
Telefone / Fax- ( 47) 3323-8630
E-mail : ebmolgarutzen@ig.com.br
ebm_olgarutzen@blumenau.sc.gov.br
HORÁRIO DE ATENDIMENTO
Matutino: 7h30’ às 11h30’
Vespertino:12h50’ às 16h50'
HISTÓRICO DA ESCOLA
ESCOLHA DO NOME DO PATRONO
Durante a primeira Assembleia com a comunidade escolar, no dia 10 de agosto do ano 2000 o Sr. Jaime Bachmann, Superintendente da Secretaria Municipal de Educação, sugeriu que a nova escola se chamasse Paulo Freire. Apresentou um breve histórico do Educador Paulo Freire, destacando sua contribuição para a Educação. A comunidade concordou e a escola passou a ser denominada E.B.M. Paulo Freire. No entanto este nome necessitaria ainda ser aprovado pela Câmara de Vereadores.
Em setembro, a Câmara de Vereadores não aprovou a nomeação da escola de “Paulo Freire”, e o vereador Jens Juergen Mantau sugeriu que a mesma se denominasse “Olga Rutzen”, pois o terreno na qual a escola está localizada, pertenceu a Olga e Alwin Rutzen e foi doado pelo filho Mário Rutzen. Foi feito um parecer favorável da comunidade escolar (abaixo-assinado) para que a denominação fosse Paulo Freire, conforme sugerido à comunidade. Em 24 de outubro a Câmara de Vereadores aprova a denominação de E.B.M. Olga Rutzen.
QUEM FOI OLGA RUTZEN?
Olga Rutzen nasceu no dia 08 de julho de 1906. Filha de Helena Lemke e Otto Lemke morava na Estrada Carolina. Numa festa escolar conheceu o Sr. Alwin Rutzen com que se casou no dia 30 de junho de 1928. Olga e Alwin tiveram dois filhos: Fridalina Rutzen e Mário Hélio Rutzen. Olga Rutzen frequentava as festas na E.B.M. Felipe Schmidt, na Comunidade Evangélica Itoupavazinha e participava de atividades no Clube de Caça e Tiro local. No dia 16 de março de 1988, aos 82 anos, Olga Rutzen faleceu de parada cardíaca e foi sepultada no cemitério da Itoupavazinha.
O terreno na qual a escola hoje está localizada, pertencia a Olga e Alwin Rutzen. Anos mais tarde, o filho Mário herdaria 75% dos bens imóveis, terreno e casa, por ter cuidado dos pais já idosos. Por solicitação da prefeitura, no lado esquerdo do terreno foi aberta uma rua, a atual Rua Alwin Rutzen, e neste momento, o outro lado do terreno, onde hoje está a escola, passou a ser considerada área verde. Mário então decide doar toda essa parte, de frente para a Rua Frederico Jensen, para construir uma escola. Deste local, muitos anos antes, os Rutzen retiraram madeira e depois argila para abastecer a pequena olaria da família. Quando o terreno já estava muito baixo, pararam de tirar argila e o local passou a servir de pasto para o gado. Hoje, a filha, Sra. Fridalina Rutzen Pagel, lembra com orgulho e admiração da mãe e do irmão Mário, que fez a melhor coisa que poderia acontecer na comunidade, doar o terreno para ser construída uma escola em 2000, pois: “é uma coisa que eles sempre precisam, o estudo nunca é demais”.
PERFIL INICIAL DA COMUNIDADE EM 2000
Ao iniciarem as atividades na escola, recebemos alunos transferidos das escolas E.B.M. Pedro I e da E.B.M. Felipe Schmidt. As crianças e pré-adolescentes que começaram a frequentar a escola residiam próximos à escola nas ruas: Jardim Germânico, Botuverá, Ângela Grassmann e imediações, totalizando 138 alunos. As famílias eram compostas de 02 a 07 pessoas em suas casas.
No período em que as crianças não estavam na escola, ficavam com alguém da família, no caso dos pré-adolescentes, cuidavam dos irmãos mais velhos e da casa. Alguns pais deixavam os filhos em creches domiciliares. Em todas as famílias o pai ou a mãe trabalhava e a faixa salarial era em torno de 1 a 4 salários mínimos. A maioria dos pais e mães não haviam concluído o Ensino Fundamental, e uma minoria ingressou no Ensino Médio.
A associação de moradores, contava com a participação e envolvimento de poucas famílias.A religião que predominava é a Católica, mas havia também participantes Evangélicos, Protestantes, Testemunhas de Jeová.
A coleta de lixo era feita três vezes por semana. Os meios de comunicação mais comuns eram: televisão, rádio, telefone celular, telefone residencial e nas proximidades de suas casas telefones públicos. Bicicletas e ônibus eram os meios de transportes mais usados, poucas famílias possuíam carro.
CARACTERIZAÇÃO SÓCIO-ECONÔMICA-CULTURAL DA COMUNIDADE DA E.B.M. OLGA RUTZEN
Através de uma pesquisa realizada em maio de 2012, percebeu-se que a comunidade, em sua maioria são famílias provenientes do estado do Paraná, algumas dos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul , região do Vale do Itajaí e também Norte e Nordeste do Pais.
A maioria dos alunos mora nas proximidades da escola, principalmente nas ruas Frederico Jensen, Jardim Germânico, Ângela Grassmann, Botuverá e outras transversais que se localizam perto da escola.
Grande parte dos alunos reside com seus pais, que moram em casa própria ou alugada. Como há um número significativo de pais que não possuem casa própria, a escola apresenta uma grande rotatividade de alunos (admissões e transferências).
Conforme pesquisa, no que se refere ao grau de estudos, observou-se que tanto os pais quanto as mães, na grande maioria, possuem o ensino fundamental completo.
As profissões dos pais são diversificadas: as mães na sua maioria, trabalham como auxiliar de produção. Há também uma minoria que trabalha como copeira, diarista, profissionais liberais e outras que exercem suas funções apenas no lar. Quanto a profissão dos pais estas também se diversificam, dentre elas: motorista, torneiro mecânico, tecelão, auxiliar de produção, segurança, profissionais liberais. Quando os pais trabalham fora, os filhos ficam em casa com irmãos mais velhos e poucos frequentam creches. A renda familiar predominante é em torno de três salários mínimos. A religião predominante é a católica, mas há também participantes Evangélicos, Protestantes, Testemunhas de Jeová, outros.
ÁREA FÍSICA
A E.B.M. Olga Rutzen, quando iniciou suas atividades no ano 2000, contava com uma área construída de 487,20m2 subdividida numa estrutura de 04 salas de aula, 01 banheiro para meninos, 01 banheiro para meninas, 01 banheiro para crianças com necessidades educativas especiais, 02 banheiros para funcionários, 01 cozinha, 01 sala de secretaria/direção e sala para professores. As salas de aula possuem em média 36m2 .
Hoje, a escola encontra-se estruturada da seguinte forma:
Dependência
Nº de Dep.
Salas de Aula
06
Sala de Professor
01
Secretaria
01
Sala Coord. Pedag.
01
Sala Direção
01
Cozinha
01
Despensa
01
Almoxarifado
01
Laboratório de Informática
01
Banheiro Professor
02
Banheiro para PNEE
01
Banheiro para alunos
16
Quadra Esportiva
01
Biblioteca
0
distribuição dos alunos
Turno Matutino
Turma
Quantidade de Alunos
1º ANO
25
2º ANO
26
3º ANO
29
4º ANO
31
5º ANO A
26
5º ANO B
24
TOTAL DE ALUNOS
163
Turno Vespertino
Turma
Quantidade de Alunos
6º ANO A
24
6º ANO B
27
7º ANO A
22
7º ANO B
20
7ª SÉRIE
34
8ª SÉRIE
36
TOTAL DE ALUNOS
183
TOTAL GERAL DE ALUNOS: 346 (maio 2012)
RELAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA E.B.M. OLGA RUTZEN
NOME
FUNÇÃO
Carga Horária
TIPO DE CONTRATO
1. Alexandra de Souza e Silva Hausmann
Portugues
20h
Efetiva
2. Aline Raquel Machado
Apoio Ped.
20h
ACT
3. Anderson Luiz Catafesta
Ed. Física
25h
ACT
4. Angela Maria de Oliveira
Coordenação
40h
ACT
5. Arnaldo Luciano Naffien
Geografia
20h
Efetivo
6. Bruna Cristina Gamba
2º ano
20h
ACT
7. Carla Rolim do Espírito Santo
Apoio Ped.
40h
ACT
8. Clara Wessling
Português
10h
ACT
9. Cláudia Regina da Costa de Borba
Secretária
40h
Efetiva
10. Cristiane Zimmermann
Coordenadora
40h
ACT
11. Darci Minich
Zelador
40h
ACT
12. Eduardo Maçaneiro
Artes
15h
ACT
13. Eliane Raiser Locatelli
1º ano
20h
ACT
14. Gilmar dos Santos
Ed. Física
25h
Efetivo
15. Glaucia Franco Schramm
História
20h
ACT
16. Inês Pires de Moraes
Inglês
20h
Efetiva
17. Jandira Lucini Schmitt
Apoio Ped.
40h
ACT
18. Juliana Marcelino Rodavelli Degan
Artes
10h
ACT
19. Marcia Bianchi Inácio
Cozinheira
40h
Efetiva
20. Maria de Lourdes da Silva
Psicopedagoga
10h
ACT
21. Maria dos Prazeres Firmo
Cozinheira
40h
Efetiva
22. Marileusa Diel Stupp
5º Ano A
20h
Efetiva
23. Morgana da Silva Lucchesi Santos
E. Religioso
15h
ACT
24. Nair da Silva
Matemática
20h
Efetiva
25. Rita de Cássia Ramos Rodrigues
Matemática
10h
ACT
26. Rosane Cristina Torres
Proj. Bibliot.
40h
Efetiva
27. Rosangela Maria Gonçalves Reis
Diretora
40h
Efetiva
28. Rozangela Terezinha Matiola
Multifuncional
40h
Efetiva
29. Sandra Regina Nau
Ciências
20h
Efetiva
30. Sandra Taís Amorim
Informática
40h
Efetiva
31. Selma Correia da Costa Benitez
4º ano
20h
ACT
32. Silvia Andreia Tratis
3º ano
20h
Efetiva
33. Tatiana Severo Teixira
5º ano B
20h
ACT
34. Vera Lúcia de Deus
Cozinheira
40h
Efetiva
FUNDAÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR (CONSES)
O Conselho Escolar da E.B.M. Olga Rutzen, foi fundado no dia 03 de maio de 2001, nas dependências da escola, com a presença de pais, professores, funcionários e direção. Neste mesmo dia todos foram convidados para eleição dos membros deste Conselho Escolar.
O CONSES tem como objetivo promover a articulação dos segmentos da comunidade escolar e das entidades representativas da comunidade local, através de um fórum permanente de discussão e de análise, com o objetivo de estabelecer em parceria, no âmbito da escola, critérios relativos a sua ação, organização e funcionamento.
MEMBROS COLEGIADO – GESTÃO 2012 – 2014:
COORDENADOR GERAL: Dilson Roth
COMISSÃO FINANCEIRA: Sandra Regina Nau, Janaína Marquetti,
COMISSÃO ADMINISTRATIVA: Sandra Tais Amorim , Ivone Grassmann Stein e Noelci Ribeiro da Silva,
COMISSÃO FISCAL: Moacir Fugazza, Adelmo Stein,
COMISSÃO PEDAGÓGICA: Angela Maria de Oliveira, Edilson Ribeiro da Silva e Elisangela Mota dos Santos
PRINCIPIOS PARA NORTEAR A PRATICA PEDAGÓGICA
FILOSOFIA DA ESCOLA
Proporcionar ao educando condições de aprimorar seus conhecimentos de forma construtiva, respeitando a pluralidade cultural e envolvendo os projetos pedagógicos, para o exercício da cidadania, responsabilidade, buscando a participação, promoção e transformação da educação e sociedade.
FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA
A escola, principalmente a pública, compreendida como espaço de convivência e de participação coletiva, voltada à formação do ser humano e sua reflexão, deve ser um espaço democrático dentro da sociedade contemporânea. Um espaço onde a difusão sociocultural e a troca de informações possibilitem o desenvolvimento do pensamento crítico e contextualizado. A escola ao lançar caminhos para os educandos buscarem mais conhecimento, passa a exercer parte de sua função social, como local de oportunidades, de interação e de encontro com o outro e o saber, tão importante para o sucesso do educando. Mas é preciso considerar alguns aspectos no que se refere a sua função social e a realidade vivida no contexto educacional.
A escola é uma instituição social com objetivo explícito: o desenvolvimento das potencialidades físicas, cognitivas e afetivas dos educandos, por meio da aprendizagem dos conteúdos (conhecimentos, habilidades, procedimentos, atitudes e valores).
Eis o grande desafio da escola, fazer do ambiente escolar um espaço que favoreça o aprendizado, desenvolvendo nos discentes a capacidade de tornarem-se cidadãos participativos na sociedade em que vivem. Deste modo, a escola passa a ser, além disso, espaço de encontro com o saber e com descobertas, de forma prazerosa e funcional.
Para alcançar melhores resultados diante de sua função social, a escola deve promover políticas que fortaleçam os laços entre comunidade e escola, este deve ser um caminho que necessita ser trilhado.
A escola, enquanto instituição ética e socializadora, consiste num dos principais meios para a formação crítica e cidadã, devendo ela entender que na sociedade contemporânea, que esta responsabilidade não é exclusividade sua. E para o exercício dessa incumbência a escola precisa assegurar a realização de atividades que possuem relação com todos os aspectos que envolvem a tarefa maior da escola: a qualidade em educação. Tendo como objetivo o processo de ensino e aprendizagem e a realização de atividades que não possuem uma relação direta com o processo educativo, mas concorrem para torná-lo efetivo, propiciando as condições básicas para que ele se realize, com autonomia, definindo e construindo seu próprio caminho pedagógico.
CURRÍCULO ESCOLAR
Desde a sua fundação a E.B.M. Olga Rutzen traz como teoria de aprendizagem as ideias de Vigostsky a partir do materialismo histórico-dialético, numa concepção de sujeito sócio-histórico e cultural. Ou seja, acredita-se que os sujeitos aprendem na interação social com outros sujeitos.
Na elaboração inicial do Projeto Político Pedagógico advém o compromisso com a função social da escola, como espaço que possibilita situações de aprendizagem significativas, contextualizadas que impulsionem o desenvolvimento humano e que contribuam para que os educandos além de terem acesso aos conhecimentos historicamente construídos, se perguntem sobre o funcionamento da sociedade, analisando-a criticamente, pois é através desta prática social (ação-reflexão-ação) que os sujeitos constroem seu pensamento crítico e intervêm na realidade. Aos educadores cabe também conhecer quem são as crianças, os pré adolescentes e adolescentes que fazem parte da escola, quais são seus saberes, seus conhecimentos, para então propor situações, atividades que possibilitem a potencialização destes e a construção de novas aprendizagens, considerando que os sujeitos aprendem em tempos e ritmos diferentes. Uma escola em que os conhecimentos são aprendidos, internalizados, conforme a concepção sócio-interacionista.
Nessa perspectiva, o currículo escolar busca as suas fontes de inspiração no saber e nas necessidades do contexto social. É função da escola, hoje, entre outras, apresentar ao aluno, com os instrumentos de cada disciplina, as possibilidades de leitura das dimensões do todo, integrando-as interdisciplinarmente, para uma visão de complexidade da realidade. A necessária superação da visão fragmentada de conhecimento pode viabilizar-se no currículo, integrando as disciplinas para a compreensão da realidade em suas dimensões. O sistema, o todo, é mais do que a soma das partes, pois emergem características não contidas nas partes isoladamente; a visão sistêmica passa a ser o "que rejunta o todo e impulsiona a razão aberta, pois conhecer é sempre rejuntar uma informação a seu contexto e ao conjunto ao qual pertence". (MORIN, 1989, p. 33)
Ética e cidadania, trabalho e consumo, desigualdades sociais, educação sexual, educação para a saúde, educação ambiental, informática, tecnologias são realidades do mundo atual, entre outras, que a escola deve trabalhar, de forma integrada e interdisciplinar, como ponto de partida para a compreensão da complexidade dos fenômenos sociais em suas contradições. O seu tratamento no currículo pode viabilizar um novo rosto aos conteúdos escolares, tendo em vista a formação para a cidadania.
Um professor reflexivo trabalha com e sobre o pensar da e na prática pedagógica, em processo continuamente repensado e reconstruído. Sempre que pensamos criticamente nossa ação educativa, entramos também no domínio da ética, além do domínio das dimensões da ciência, da técnica e da política. Questionamentos poderão ser levantados: “por que trabalhamos a nossa prática pedagógica desta ou daquela maneira?”, “Por que trabalhar novos eixos paradigmáticos?”, "Em que medida esses eixos instigam a uma prática pedagógica inclusiva?", "Por que trabalhar a complexidade de fenômenos sociais no desenvolvimento do currículo?". Essa reflexão no coletivo da escola pode fazer a diferença em relação a possibilidades de educar para um novo modo de pensar, de construir e de acessar conhecimento numa sociedade tecnológica.
Da mesma forma que os professores, os livros didáticos podem transmitir conteúdos que promovam desigualdades. Cabe ao professor exercer o seu senso crítico e estimular os alunos a esse aprendizado, para isso é importante que reflita:
1.Como as competências e habilidades estão sendo desenvolvidas.
2.Quais os conhecimentos relevantes e significativos necessários para o desenvolvimento dos sujeitos.
3.Como as competências e habilidades estão sendo desenvolvidas.
4.Quais as atitudes desejamos ver em nossos alunos(as).
5.O currículo promove o sentido das disciplinas?
6.Garante ênfase nas necessidades do mundo contemporâneo?
7.Articula as áreas do conhecimento?
8.Trabalha o conhecimento em redes?
9.Está coadunado com a cidadania?
10.Como selecionamos os conhecimentos que integram o currículo escolar? Quais os critérios utilizados
13.Que desafios estamos chamados a enfrentar no nosso dia a dia como educadores, para que os currículos de nossas escolas sejam mais consistentes, relevantes e significativos do ponto de vista dos conhecimentos socializados e construídos, dos referentes culturais valorizados e trabalhados, dos valores e práticas sociais?
PROPOSTA PEDAGÓGICA DA ESCOLA
A proposta pedagógica da escola acontece a partir de projetos de trabalhos, em que se oportuniza a discussão de temas sociais onde professores e alunos analisam problemas, soluções e propostas acerca da realidade do meio socioeconômico e cultural da comunidade local, em diversos suportes e recursos didáticos, com o objetivo de, frente a esses problemas e realidades, exercerem sua prática social.
A Educação Ambiental recebe grande enfoque nesse processo pedagógico, através da promoção de ações participativas, transdisciplinares, que visam sensibilizar os educandos para uma atuação responsável na sociedade e no meio ambiente e para a valorização da diversidade etnocultural e a reflexão na relação dos grupos sociais e a natureza.
O projeto PAZ NA DIVERSIDADE CULTURAL E NA RELAÇÃO DO SER HUMANO COM A NATUREZA EM BUSCA DO EQUILÍBRIO é desenvolvido desde 2004 e tem como principal objetivo sensibilizar e educar as atuais e futuras gerações por uma atuação responsável em prol da sociedade e do meio ambiente, respeitando a diversidade cultural e a relação dos grupos sociais e a natureza.
Acontece de forma mais direta com as turmas de 5ª a 8ª série através de uma proposta interdisciplinar, enfocando as diversas áreas do conhecimento. A partir de 2008 foram inseridas as turmas de 1º ano a 4ª série.
O Projeto: “Diversidade Cultural, a relação do Homem com a Natureza”, é norteado a partir dos subtemas: Homem x Meio Ambiente – Diversidade Cultural e Gêneros; Brinquedoteca; Identidade Cultural e Turismo Ecológico; Seres Vivos x Água x Ser Humano; Saneamento Básico e Estatísticas Ambientais; Redução e Reaproveitamento do Lixo; Informática x Meio Ambiente, em que serão trabalhados nas diversas áreas de conhecimento de uma forma interdisciplinar e transdisciplinar.
O Projeto: “Diversidade Cultural: A Relação do Ser Humano com a Natureza” infere diretamente na investigação do Meio Ambiente, com o intuito de promover mudanças de mentalidade, investindo na formação de cidadãos conscientes, prontos para decidirem e atuarem na realidade socioambiental de um modo comprometido com a vida e o bem-estar de cada um na sociedade local e global. Para isso, é necessário que mais do quê informações e conceitos, as turmas do terceiro ciclo aprendam na prática do dia a dia comportamentos ecologicamente corretos, através de ações solidárias em prol da sociedade ao qual está inserido.
O professor é um mediador, pois tem intrinsecamente o papel de trabalhar e desenvolver nos alunos, uma proposta crítica diante da realidade, de valores veiculados pela mídia e daqueles trazidos de casa.
Tem-se da escola juntamente com professor/docente o intuito de levar o aluno/discente por meio de ações individuais ou coletivas, a chegar em mudanças de hábitos e atitudes que o direcione a diminuição da degradação ambiental, promovendo a melhoria de qualidade de vida e a redução da dependência quanto aos recursos ambientais. Assim, o educando consciente de seu papel na sociedade, observa a necessidade do respeito à diversidade cultural e biológica do planeta.
Objetivos Gerais:
Sensibilizar e educar as atuais e futuras gerações por uma atuação responsável em prol da sociedade e do meio ambiente, respeitando a diversidade cultural e a relação dos grupos sociais e a natureza;
Instigar a conscientização da importância da valorização da biodiversidade e do equilíbrio ecológico como fundamental à continuidade da existência da vida sobre a face da terra.
Objetivos Específicos:
Conforme planejamento com educadores foram elencados os objetivos a serem desenvolvidos referentes ao Projeto “Paz na Diversidade Cultural e na Relação do Homem com a Natureza em Busca do Equilíbrio”.
Modificar o espaço físico com arborização em torno da escola, tornando-o mais humanizado;
Humanizar o terreno no fundo da escola;
Ampliar a estufa de sementes;
Estudar sobre Aquecimento Global (ação x reflexão x ação);
Oportunizar aulas passeio-estudo: Parque das Nascentes, Parque São Francisco, Museu da Água, Aterro Controlado e Museu Fritz Müller com a finalidade de conhecer e estudar mais profundamente os temas correlacionados ao projeto;
Oportunizar atividades físicas ecologicamente corretas – caminhadas e momento esportivo, Parques ecológicos;
Pesquisar saneamento básico na comunidade;
Estudar Reciclagem;
Perceber como o lixo pode se tornar também um fator de limitação ao desenvolvimento;
Realizar a prática da reciclagem no ambiente escolar com evolução para sua residência;
Organizar compostagem na escola;
Recuperar a Mata Ciliar ao redor do ribeirão em torno da escola;
Fazer horta na escola;
Buscar meios e recursos financeiros para construção da quadra de esportes no terreno aos fundos da escola;
Organizar exposições com os trabalhos dos alunos referentes ao projeto (socialização com a comunidade escolar);
Enfocar temáticas como: Drogas, Sexualidade, Valores, Alimentação Saudável, radiação solar (câncer de pele) destacando a importância do ser humano como parte integrante e transformador do meio em que vive;
Oportunizar a elaboração de gráficos a partir do levantamento de pesquisas e entrevistas;
Identificar as atividades prejudiciais à natureza, suas causas e consequências;
Conscientizar sobre a importância das medidas de proteção do meio ambiente.
Aprofundar estudos sobre a biodiversidade – fauna e flora – e sobre diversas questões ambientais;
Modificar o espaço físico da escola, tornando-o mais humanizado;
Estudo, coleta e seleção de sementes de espécimes de árvores nativas, exóticas e arbustivas – jardinagem, para posterior semeadura em estufa;
Plantio de árvores no ambiente escolar;
Alunos da 8ª série fazendo os retoques finais nas bombonas - 2008
Exposição de trabalhos referente ao Projeto – 2009
PROJETOS EDUCATIVOS E PROGRAMAS
Programa Saúde Escolar
A Educação para a Saúde é um processo que pressupõe mudanças conceituais, comportamentais e instrumentais, cuja qualidade e impacto estão relacionados diretamente com a Pedagogia e metodologia adotadas.
Projetos em Parceria:
Projeto Sorriso – SEMUS
Saber Saúde – INCA
Transando Saúde – SESC
PROERD – 10º BPM
Projeto UNIMED VIDA – UNIMED
Educação para o Trânsito – SETERB
Projeto Visão – SEMUS E LIONS
Programa Saber Saúde
Objetivo Geral:
O Programa Saber Saúde foi desenvolvido pelo Ministério da Saúde, por meio do Instituto Nacional de Câncer (INCA), sob a responsabilidade de sua Coordenação Nacional de Controle de Tabagismo, Prevenção e Vigilância do Câncer – CONPREV, este programa visa reduzir a exposição da população a fatores de risco de câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis.
Como este propósito, o INCA vê como prioritárias as ações educativas que levem não só a uma maior conscientização sobre o assunto, como também, as mudanças positivas nos hábitos, nas atitudes e nos comportamentos que reduzem a exposição a esses fatores de risco. O grupo populacional que responde de forma mais positiva e permanente a essas ações educativas é o de crianças e adolescentes. A maneira mais adequada de atingir este grupo é por meio das escolas, em um trabalho conjunto das áreas de saúde e Educação.
Objetivos Específicos:
Informar e sensibilizar os profissionais da área de educação sobre a importância dos fatores de risco.
Levar os participantes a rever seus hábitos, atitudes e comportamentos sobre este assunto.
Incentivar os participantes a abordarem o tema com os alunos, pais e comunidade.
Orientar os participantes para a inserção do tema no currículo formal e informal.
Projeto PROERD
O PROERD (Programa Educacional de Resistências as Drogas e à Violência) é um programa com caráter social preventivo, que é alicerçado no programa D.A.RE. Norte Americano, que teve como objetivo prevenir o uso de drogas, inserindo em nossas crianças a necessidade de desenvolver as suas potencialidades para que alcancem de maneira concreta e plena seus sonhos, de uma sociedade mais justa, sadia e segura.
Este programa iniciou em 2001, para alunos das turmas de 10 anos, oferecendo semanalmente em sala de aula, duas aulas educativas por um período de um semestre, a fim de prevenir o uso das drogas e reduzir a violência entre crianças e adolescentes.
9.5.4 Programa Educação Fiscal
“Somos todos responsáveis por aquilo que é de todos”
Como a escola é espaço onde construímos a leitura do mundo pelas mais diferentes óticas, temos como responsabilidade possibilitar a formação ampla do cidadão, com valores e princípios que norteiam construir mudanças e atitudes no processo das intervenções sociais. Diante desta premissa, desde 2008, nossa escola participa do Programa Nacional de Educação Fiscal, promovido pela ESAF – Escola de Administração Fazendária, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, com o intuito de oferecer à sociedade, e em especial aos educadores, instrumentos que possam colaborar no desenvolvimento da cidadania; contribuindo para uma sociedade comprometida com as suas garantias constitucionais.
Os temas abordados permeiam assuntos como:
A Relação do Estado/Sociedade;
O Sistema Tributário Brasileiro,
Gestão Democrática dos Recursos Públicos,
Pirataria.
Neste processo são abordadas várias temáticas com nossos educandos em sala e com saídas de coleta de dados na comunidade.
Caracterização da personagem Sofinha- 2010
Alunas da 8ª série realizando pesquisa no comércio local - 2008
Comércio na sala de aula atividade desenvolvida com alunos dos 3º anos em 2009
Programa Jornal e Educação
O jornal de Santa Catarina, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação – SEMED, e empresas colaboradoras criaram o Programa Jornal e Educação. Todas as turmas de 5º ano da Rede Municipal de Educação recebem diariamente um jornal para cada dez alunos.
Vários objetivos estão previstos, como:
Estimular o prazer da leitura;
Ampliar o vocabulário;
Contribuir para a formação de leitores com autonomia e visão crítica;
Colaborar para dinamização do currículo escolar;
Garantir aos alunos uma ampla possibilidade de re-interpretação dos fatos através da leitura do jornal;
Contribuir na oralidade e na produção de textos;
Conhecer a estrutura de um jornal;
Despertar a criticidade e criatividade.
São selecionados trabalhos produzidos pelos alunos do 5º ano, e os ,mesmos são encaminhados bimestralmente ao jornal. O material é avaliado por uma equipe do Santa, e as matérias escolhidas são divulgadas em um encarte especial no Jornal Santa Catarina, do fim de semana, juntamente com outros trabalhos enviados pelas escolas participantes.
Interpretações, produção de textos, reflexão, emissão de opiniões pessoais, histórias em quadrinhos, pesquisas, leituras, são exemplos de atividades que poderão ser desenvolvidas, individualmente ou em grupos e que contribuem significativamente para o enriquecimento da aprendizagem.
Projeto UNIMED Vida
A Unimed de Blumenau, numa visão de responsabilidade social, desenvolve o Projeto Unimed Vida tendo como eixo temático qualidade de vida. O projeto é custeado pela Unimed de Blumenau e coordenado pelo Setor de Responsabilidade Social e Medicina Preventiva.
Objetivo Geral:
Trabalhar com educação em saúde nas escolas de Blumenau, Indaial, Pomerode e Timbó criando uma rede de discussão sobre qualidade de vida, com profissionais destas escolas, alunos do ensino fundamental, médio e seus familiares, afim de que estes percebam os diferentes estilos de vida e suas consequências na fase adulta, oportunizando reflexão, ação transformadora quando necessário, para uma vida mais longa e saudável.
Objetivos específicos:
Discutir qualidade de vida abordando os temas alimentação, atividade física, lazer, desenvolvimento sustentável, tabagismo e sexualidade relacionando estes diretamente a prevenção de acidentes.
Integrar as discussões dos temas do projeto a programação curricular das escolas.
Incentivar a estruturação escolar, para que viabilize em seu cotidiano ações voltadas a concepção de qualidade de vida, enfatizando a prevenção de acidentes.
Possibilitar o envolvimento das famílias dos educandos no desenvolvimento dos trabalhos, facilitando a reflexão e elaboração de uma cultura voltada para uma vida mais longa e saudável.
Alfabetização e Letramento: Um Direito de Todos
Uma das principais características da nossa comunidade escolar é o fluxo migratório. Grande parte das famílias é proveniente de outros estados, principalmente do Paraná, Rio Grande do Sul e também do planalto Norte e Oeste de Santa Catarina. Muitas famílias não possuem casa própria, há em consequência disto uma mobilidade de alunos, causando muitas transferências e admissões durante todo ano letivo.
Alguns alunos chegam à escola matriculados de 2º a 5º ano, muitas vezes não alfabetizados e outros com defasagem na aprendizagem.
A escola também apresenta um número de crianças diagnosticadas com dificuldades de aprendizagem, o que preocupa todos os educadores que vem buscando alternativas variadas: planejamento diversificado, atendimento mais direto, encaminhamento para especialistas, etc., porém não são suficientes diante do direito que os educandos têm de leitura e escrita, em que acabam de certa forma sendo excluídos.
Há alunos com leitura soletrada, dificultando compreensão e interpretação. Outros apresentam defasagem na escrita, necessitam ser orientados para desenvolverem seus textos com estrutura, sequência lógica, escrita ortográfica.
Diante desse contexto é necessário:
Proporcionar um ambiente que favoreça a aprendizagem, resgatando junto aos educandos o prazer e a alegria de aprender, o resgate da autoestima e consequentemente o processo da aprendizagem.
Proporcionar aos educandos um atendimento mais individualizado, através de reorganizações, atendimento com *psicopedagoga e/ou outros movimentos, para que possam sentir-se seguros em seus avanços no processo de aprendizagem.
Proporcionar a integração entre os alunos, desenvolvendo a interação entre os mesmos;
Aprimorar leitura e interpretação dos educandos, utilizando diversos portadores de texto;
Ampliar o vocabulário, através de leituras;
Desenvolver a oralidade no pequeno e grande grupo;
Proporcionar ao educando atividades que façam com que ele melhore sua escrita, observando a ortografia e as regras gramaticais, a fim de desenvolver textos com sequência lógica e estruturação;
Ampliar aos procedimentos de cálculo – mental, escrita exata e aproximada;
Vivenciar processos de resolução de situações problemas, percebendo que para resolvê-los é preciso compreender, propor e realizar meio de solução;
Projeto de Intervenção Psicopedagógica na escola
Muito embora o aprender seja um processo natural, resulta de uma complexa atividade mental, na qual estão envolvidos processo de pensamento, percepção, emoções, memória, motricidade, mediação, conhecimentos prévios, etc (...) Durante muitos e muitos anos por falta de conhecimento científico, pais, professores, profissionais da educação em geral penalizaram o aluno que não aprendia, responsabilizando-o pelo fracasso e prejudicando-o ainda mais. Hoje não é admissível tratar o problema de aprendizagem como uma simples questão de vontade do aluno ou do professor. O atual estágio da ciência nos mostrou que a questão é bem mais complexa e merece uma intervenção apropriada. (BOSSA, 2000, p. 12 –13)
*A Secretaria Municipal de Educação, por meio do Programa de Saúde Escolar e Projeto de Alfabetização com Letramento: um direito de todos, oportuniza o “PROJETO DE INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA NA ESCOLA”, para atender alunos que apresentam dificuldades específicas de aprendizagem, na qual a prática pedagógica escolar não consegue atender as especificidades apresentadas. A atuação psicopedagógica, visa levar o educando a se descobrir, persistir e ultrapassar suas limitações.
Organização da Ação Pedagógica Alfabetizadora – 2012:
O projeto é desenvolvido pela psicopedagoga Maria de Lourdes da Silva, todas as terças e sexta-feiras. no período matutino, com atendimento aos alunos do 1º ano ao 5º anos.
O planejamento é diversificado, envolvendo os diversos portadores de textos, focando a leitura, expressão oral, interpretação e escrita ortográfica.
Atribuições da Psicopedagoga na escola:
rganizar espaço para atendimento psicopedagógico na escola;
Formar grupos de acordo com as necessidades especificas;
Realizar anamnese com a família quando necessário;
Realizar atendimentos psicopedagógicos com alunos que apresentam dificuldades específicas de aprendizagem em pequenos grupos;
Realizar atendimentos com alunos que apresentam dificuldades no processo de alfabetização ( 2º ano);
Orientar os professores e coordenadores pedagógicos frente as dificuldades de aprendizagem;
Participar dos conselhos de classe das turmas que os alunos participam do projeto;
Elaborar relatórios anuais de acompanhamento individual para a SEMED;
Apresentar portfólio de atividades;
Propiciar estudos, leituras e reflexões com a equipe gestora e professores;
Encontros mensais com a equipe da Secretaria de Educação.
quinta-feira, 20 de março de 2014
domingo, 16 de março de 2014
sábado, 15 de março de 2014
CONHECENDO NOSSA ESCOLA
E.B.M. OLGA RUTZEN
A EBM OLGA RUTZEN FOI FUNDADA NO ANO DE 2002
OLGA RUTZEN FOI A DOADORA DO TERRENO.
DIRETORA: LOURENA GENRKE FICOU NA DIREÇÃO DE 2002 Á 2007
TINHA NA ESCOLA: TURMAS DE 1ª SÉRIE A 8ª SÉRIE
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ATÉ O ANO 2009.
JA POSSUIMOS NA ESCOLA 402 ALUNOS
TIVEMOS DO ANO 2008 Á 2012 NA DIREÇÃO:
ROSÂNGELA GONÇALVES DOS REIS- PEADOGAGA
MAS NO ANO DE 2010 FOI ENVIADO DUAS TURMAS PARA O PEDRO I
NO ANO DE 2012 ASSUMIU A DIREÇÃO: GILMAR DOS SANTOS- PROFº DE ED. FÍSICA
POSSUÍMOS AGORA 290 ALUNOS EM 12 TURMAS
1º, 2º, 3ºA,3ºB, 4º , 5º MATUTINOS
6º,7ºA, 7ºB, 8ºA, 8ºB, 9º VESPERTINOS
POSSUÍMOS 6 SALAS DE AULA
1 BIBLIOTECA ESCOLAR
1 SALA INFORMATIZADA
1 COORDENAÇÃO
1 COZINHA
6 BANHEIROS
1 SALA MULTIFUNCIONAL
1 SALA DE PSICOPEGOGA
1 QUADRA ESCOLAR
1 AUDITÓRIO ABERTO- ÁREA DE LANCHE E REUNIÕES
POPULAÇÃO ATINGIDA:
NOSSOS ALUNOS PROVEM DO JARDIM GERMÂNICO 40%
BOTUVERÁ 50%
ITOUPAVA CENTRAL E OUTROS BAIRROS 10%
FUNCIONÁRIOS: POSSUÍMOS UMA MÉDIA DE 20 FUNCIONÁRIOS EFETIVOS E 20 FUNCIONÁRIOS ACTS OU CONTRATADOS PELA ORCALI, URB.
PROJETOS: SE ESTA RUA FOSSE MINHA, PROERD, PSICOPEDAGOGICO, BIBLIOTECA PAULO FREIRE, SALA INFORMATIZADA.
CONHECIMENTO SOBRE O TEMA AMBIENTAL:
DESDE O ANO 2002 O PROFESSOR RICARDO GUILHERME LICENCIADO EM HISTÓRIA FOI RESPONSÁVEL POR AÇÕES AMBIENTAIS.
NO ANO 2010 A PROFESSORA SANDRA REGINA NAU LICENCIADA EM CIÊNCIAS TRABALHOU O CLUBE DE CIÊNCIAS FRITZ MULLER COM ALUNOS DO 1º AO 5º ANO.
NO ANO DE 2013 A PROFESSORA SANDRA TAÍS AMORIM E A COZINHEIRA MARIA DOS PRAZERES FIRMO FIZERAM A FORMAÇÃO OFERECIDA PELA SEMED HORTAS NA ESCOLA.
NO ANO DE 2014 DARÁ-SE O INÍCIO DAS ATIVIDADES DO PIBID NA ESCOLA.
A EBM OLGA RUTZEN FOI FUNDADA NO ANO DE 2002
OLGA RUTZEN FOI A DOADORA DO TERRENO.
DIRETORA: LOURENA GENRKE FICOU NA DIREÇÃO DE 2002 Á 2007
TINHA NA ESCOLA: TURMAS DE 1ª SÉRIE A 8ª SÉRIE
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ATÉ O ANO 2009.
JA POSSUIMOS NA ESCOLA 402 ALUNOS
TIVEMOS DO ANO 2008 Á 2012 NA DIREÇÃO:
ROSÂNGELA GONÇALVES DOS REIS- PEADOGAGA
MAS NO ANO DE 2010 FOI ENVIADO DUAS TURMAS PARA O PEDRO I
NO ANO DE 2012 ASSUMIU A DIREÇÃO: GILMAR DOS SANTOS- PROFº DE ED. FÍSICA
POSSUÍMOS AGORA 290 ALUNOS EM 12 TURMAS
1º, 2º, 3ºA,3ºB, 4º , 5º MATUTINOS
6º,7ºA, 7ºB, 8ºA, 8ºB, 9º VESPERTINOS
POSSUÍMOS 6 SALAS DE AULA
1 BIBLIOTECA ESCOLAR
1 SALA INFORMATIZADA
1 COORDENAÇÃO
1 COZINHA
6 BANHEIROS
1 SALA MULTIFUNCIONAL
1 SALA DE PSICOPEGOGA
1 QUADRA ESCOLAR
1 AUDITÓRIO ABERTO- ÁREA DE LANCHE E REUNIÕES
POPULAÇÃO ATINGIDA:
NOSSOS ALUNOS PROVEM DO JARDIM GERMÂNICO 40%
BOTUVERÁ 50%
ITOUPAVA CENTRAL E OUTROS BAIRROS 10%
FUNCIONÁRIOS: POSSUÍMOS UMA MÉDIA DE 20 FUNCIONÁRIOS EFETIVOS E 20 FUNCIONÁRIOS ACTS OU CONTRATADOS PELA ORCALI, URB.
PROJETOS: SE ESTA RUA FOSSE MINHA, PROERD, PSICOPEDAGOGICO, BIBLIOTECA PAULO FREIRE, SALA INFORMATIZADA.
CONHECIMENTO SOBRE O TEMA AMBIENTAL:
DESDE O ANO 2002 O PROFESSOR RICARDO GUILHERME LICENCIADO EM HISTÓRIA FOI RESPONSÁVEL POR AÇÕES AMBIENTAIS.
NO ANO 2010 A PROFESSORA SANDRA REGINA NAU LICENCIADA EM CIÊNCIAS TRABALHOU O CLUBE DE CIÊNCIAS FRITZ MULLER COM ALUNOS DO 1º AO 5º ANO.
NO ANO DE 2013 A PROFESSORA SANDRA TAÍS AMORIM E A COZINHEIRA MARIA DOS PRAZERES FIRMO FIZERAM A FORMAÇÃO OFERECIDA PELA SEMED HORTAS NA ESCOLA.
NO ANO DE 2014 DARÁ-SE O INÍCIO DAS ATIVIDADES DO PIBID NA ESCOLA.
RECONHECIMENTO DA ÁREA...
DIA 13/03/2014
HORÁRIO: NOTURNO A PARTIR DAS 19H
GRUPO: PROFESSORA SANDRA TAÍS- SUPERVISÃO PIBID
ATIVIDADE: APRESENTAÇÃO DO PIBID AOS PAIS
METODOLOGIA: DURANTE A REUNIÃO DE PAIS FOI EXPLANADO AS EXPECTATIVAS DO PROJETO PIBID NA ESCOLA.
RESULTADOS: HOUVE UM GRANDE INTERESSE SOBRE O PROJETO POR MEIO DOS PAIS E FUNCIONÁRIOS.
DIA 14/03/2014
HORÁRIO: VESPERTINO
GRUPO: PROFESSORA SANDRA TAÍS AMORIM- SUPERVISÃO PIBID
GILMAR DOS SANTOS- DIREÇÃO
COZINHEIRAS- MARIA/ MÁRCIA/ VERA
LIMPEZA ORCALI- ANA PAULA/ JANETE
PROFESSORES: RICARDO (HISTÓRIA DO LOCAL)
ATIVIDADE: COLETA DE DADOS E RECONHECIMENTO DA ÁREA.
METODOLOGIA: FOTO, CONVERSA DIREÇÃO E MORADORES ANTIGOS, COLETA DE DADOS.
OBJETIVO: RECONHECER E MAPEAR A ÁREA.
DEMARCAR OS LOCAIS DE ATUAÇÃO
LISTAR AS ESTRATÉGIAS DE ATIVIDADES
JUSTIFICATIVA: A NECESSIDADE DE UM PRÉ RECONHECIMENTO E ANÁLISE DO LOCAL DE ATUAÇÃO.
ATIVIDADES PLANEJADAS:
1-PLANTIO DE ÁRVORES SOMBRA NA ÁREA DO ESTACIONAMENTO ÁREA DA IMAGEM Nº: 14/15
2-PLANTIO DE ÁRVORES NA ÁREA DE DESCANSO CRIAR PEQUENO BOSQUE NA ÁREA DA IMAGEM Nº 05/06/07 (FALTA FOTOS PERTO DA ÁREA DAS MESAS)
3-IMPLANTAÇÃO DE COLETA DE RESÍDUOS ORGÂNICOS NA COZINHA E PÁTIO ESCOLAR.
4-IMPLANTAÇÃO DE COMPOSTEIRA NA ÁREA DA IMAGEM Nº:04
5-CRIAÇÃO DE HORTA DE LEGUMES E VERDURAS NA ÁREA DA IMAGEM Nº 04
6-IMPLANTAÇÃO DE HORTA DE CHÁS E CONDIMENTOS NA ÁREA DA IMAGEM Nº 8/9/10/11/12
7-IMPLANTAÇÃO DE SEMENTEIRA. NA ÁREA DA IMAGEM Nº: 13
8-IMPLANTAÇÃO DE GALÕES DE COLETA DE ÁGUA DA CHUVA. PONTOS ESTRATÉGICOS.
9- CERCAR ÁREA DE RECUPERAÇÃO DE ÁREA DE NASCENTES E FONTE. NA ÁREA DA IMAGEM Nº: 1,2,3
10- ECONOMIA DE ENERGIA: SE NÃO USE DESLIGUE.
11- ECONOMIA DE RECURSOS NATURAIS:
CADERNOS: UTILIZAR TODO O CADERNO
FOLHAS UTILIZAR DOS DOIS LADOS
LÁPIS E CANETA UTILIZAR ATÉ O FINAL
TORNEIRAS DEIXAR BEM FECHADA
PAPEL TOALHA UTILIZE NO MÁXIMO DUAS FOLHAS
12- CONSTRUÇÃO DE PAINEL DE CURIOSIDADES SOBRE O TEMA E SOBRE O PROJETO.
13- MANUTENÇÃO DE BLOG DE ATIVIDADES DO PROJETOS ATUALIZADAS SEMANALMENTE.
14- UTILIZAR A ÁGUA DA CHUVA PARA LAVAREM CALÇADAS E BANHEIROS.
HORÁRIO: NOTURNO A PARTIR DAS 19H
GRUPO: PROFESSORA SANDRA TAÍS- SUPERVISÃO PIBID
ATIVIDADE: APRESENTAÇÃO DO PIBID AOS PAIS
METODOLOGIA: DURANTE A REUNIÃO DE PAIS FOI EXPLANADO AS EXPECTATIVAS DO PROJETO PIBID NA ESCOLA.
RESULTADOS: HOUVE UM GRANDE INTERESSE SOBRE O PROJETO POR MEIO DOS PAIS E FUNCIONÁRIOS.
DIA 14/03/2014
HORÁRIO: VESPERTINO
GRUPO: PROFESSORA SANDRA TAÍS AMORIM- SUPERVISÃO PIBID
GILMAR DOS SANTOS- DIREÇÃO
COZINHEIRAS- MARIA/ MÁRCIA/ VERA
LIMPEZA ORCALI- ANA PAULA/ JANETE
PROFESSORES: RICARDO (HISTÓRIA DO LOCAL)
ATIVIDADE: COLETA DE DADOS E RECONHECIMENTO DA ÁREA.
METODOLOGIA: FOTO, CONVERSA DIREÇÃO E MORADORES ANTIGOS, COLETA DE DADOS.
OBJETIVO: RECONHECER E MAPEAR A ÁREA.
DEMARCAR OS LOCAIS DE ATUAÇÃO
LISTAR AS ESTRATÉGIAS DE ATIVIDADES
JUSTIFICATIVA: A NECESSIDADE DE UM PRÉ RECONHECIMENTO E ANÁLISE DO LOCAL DE ATUAÇÃO.
ATIVIDADES PLANEJADAS:
1-PLANTIO DE ÁRVORES SOMBRA NA ÁREA DO ESTACIONAMENTO ÁREA DA IMAGEM Nº: 14/15
2-PLANTIO DE ÁRVORES NA ÁREA DE DESCANSO CRIAR PEQUENO BOSQUE NA ÁREA DA IMAGEM Nº 05/06/07 (FALTA FOTOS PERTO DA ÁREA DAS MESAS)
3-IMPLANTAÇÃO DE COLETA DE RESÍDUOS ORGÂNICOS NA COZINHA E PÁTIO ESCOLAR.
4-IMPLANTAÇÃO DE COMPOSTEIRA NA ÁREA DA IMAGEM Nº:04
5-CRIAÇÃO DE HORTA DE LEGUMES E VERDURAS NA ÁREA DA IMAGEM Nº 04
6-IMPLANTAÇÃO DE HORTA DE CHÁS E CONDIMENTOS NA ÁREA DA IMAGEM Nº 8/9/10/11/12
7-IMPLANTAÇÃO DE SEMENTEIRA. NA ÁREA DA IMAGEM Nº: 13
8-IMPLANTAÇÃO DE GALÕES DE COLETA DE ÁGUA DA CHUVA. PONTOS ESTRATÉGICOS.
9- CERCAR ÁREA DE RECUPERAÇÃO DE ÁREA DE NASCENTES E FONTE. NA ÁREA DA IMAGEM Nº: 1,2,3
10- ECONOMIA DE ENERGIA: SE NÃO USE DESLIGUE.
11- ECONOMIA DE RECURSOS NATURAIS:
CADERNOS: UTILIZAR TODO O CADERNO
FOLHAS UTILIZAR DOS DOIS LADOS
LÁPIS E CANETA UTILIZAR ATÉ O FINAL
TORNEIRAS DEIXAR BEM FECHADA
PAPEL TOALHA UTILIZE NO MÁXIMO DUAS FOLHAS
12- CONSTRUÇÃO DE PAINEL DE CURIOSIDADES SOBRE O TEMA E SOBRE O PROJETO.
13- MANUTENÇÃO DE BLOG DE ATIVIDADES DO PROJETOS ATUALIZADAS SEMANALMENTE.
14- UTILIZAR A ÁGUA DA CHUVA PARA LAVAREM CALÇADAS E BANHEIROS.
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IDÉIAS E SUGESTÕES SÃO MUITO BEM VINDAS!
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